Nossa, ja ouvi falar desse show, mas nunca assisti aqui. Pior e' que nem tenho tempo agora. Nao quero me viciar em mais um que vou ter que acabar gravando pra poder assistir. bjos
Entender a cabeça das mães não é fácil. Preocupam-se além da conta, amam a mais, têm dificuldade de minimizar certas situações que envolvem aqueles por quem daria a vida. Por isso não falo de mulheres com filhos; falo de mães. São duas coisas bem distintas. Muitos companheiros masculinos e mesmo do mesmo sexo que não tiveram essa experiência materna podem ter extrema dificuldade de entender certas coisas que uma mãe sente e vive. E não é facil mesmo. A maternidade real é algo complexo e cheio de curvas. Muitos abismos. Muitas escaladas também. É um terreno muitas vezes árido e outras vezes inundado de sentimentos contraditórios. Não é facil ser mãe dessa geração atual que pouco se importa com o semelhante. Parece um mal desse tempo. Há filhos maravilhosos, lógico, mas parece estar havendo uma multiplicação desordenada de filhos ensimesmados e sem amor. Um complexo de Édipo mal resolvido? Excesso? Falta? Vai saber...cada um é uma infinidade de construções e muitas vezes, ...
Bom, já falei aqui no blog do transtorno que tem sido viver com pânico. Quem tem sabe, e quem não tem nem queira saber. Mas não é disso que vou falar. Faço o devido tratamento, psiquiatra, vou voltar essa semana pra terapia. Graças a Deus. Porque me faz um bem danado colocar meus monstros pra fora. Todo mundo precisa disso. Mas não há terapia melhor que a amizade. É sério. Muitos ficaram sabendo que eu e Mila Viegas, além de aparentadas, somos amigas. Amigas de verdade. Na alegria e na tristeza. Na saúde e na doença. Na riqueza e na pobreza. Se bem que nessa última frase, o primeiro substantivo domina total...rrssrsrsr. A gente é pobre, mas divide a comida. Apesar de ser uma pessoa naturalmente engraçada, há muito tempo eu não gargalhava como essa semana que passei na serra na casa dela. Nós duas somos escandalosas, gritamos com maridos e crianças (que nem ligam, tá? rs ), caímos de rir logo depois das broncas e por aí vai. Fizemos sessões de terapia enquanto fazíamos artesanato ou pl...
É isso mesmo. Essa palavra estranha surgiu na minha nada mole vida de forma inesperada... Comecei a ter uma crise de coceira insuportável há um tempo atrás, nem dormi por conta disso, Gustavo não pode trabalhar e teve que me levar a uma alergista. Minhas pernas braços, barrigas e costas pareciam jogos da velha...e eis que veio o diagnóstico: dermografismo... A médica me disse que é por estresse, não é contagioso, mas bem chatinho de tratar...e agora estou com uma nova crise: ela começa com uma coceira terrível nas mãos que, se fosse dinheiro eu estaria milionáriaaaaaaaa Minhas tatuagens vão ficando em relevo, pareço um X-Men (woman?) que parou no meio da transformação... vou ver se arranjo emprego no circo pelo menos pra pagar o antialérgico que, por sinal, me apaga...fico deformada e parecendo que bebi todasss Deve ter um lado bom isso, mas ele tá brincando de "piquessesconde". Nunca entendi esse termo...é o pique que se esconde? Bom, falando em pique, o meu não se escondeu....
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Mas depois da propaganda... me interessei.. rs