É isso mesmo. Essa palavra estranha surgiu na minha nada mole vida de forma inesperada... Comecei a ter uma crise de coceira insuportável há um tempo atrás, nem dormi por conta disso, Gustavo não pode trabalhar e teve que me levar a uma alergista. Minhas pernas braços, barrigas e costas pareciam jogos da velha...e eis que veio o diagnóstico: dermografismo... A médica me disse que é por estresse, não é contagioso, mas bem chatinho de tratar...e agora estou com uma nova crise: ela começa com uma coceira terrível nas mãos que, se fosse dinheiro eu estaria milionáriaaaaaaaa Minhas tatuagens vão ficando em relevo, pareço um X-Men (woman?) que parou no meio da transformação... vou ver se arranjo emprego no circo pelo menos pra pagar o antialérgico que, por sinal, me apaga...fico deformada e parecendo que bebi todasss Deve ter um lado bom isso, mas ele tá brincando de "piquessesconde". Nunca entendi esse termo...é o pique que se esconde? Bom, falando em pique, o meu não se escondeu....
Bom, já falei aqui no blog do transtorno que tem sido viver com pânico. Quem tem sabe, e quem não tem nem queira saber. Mas não é disso que vou falar. Faço o devido tratamento, psiquiatra, vou voltar essa semana pra terapia. Graças a Deus. Porque me faz um bem danado colocar meus monstros pra fora. Todo mundo precisa disso. Mas não há terapia melhor que a amizade. É sério. Muitos ficaram sabendo que eu e Mila Viegas, além de aparentadas, somos amigas. Amigas de verdade. Na alegria e na tristeza. Na saúde e na doença. Na riqueza e na pobreza. Se bem que nessa última frase, o primeiro substantivo domina total...rrssrsrsr. A gente é pobre, mas divide a comida. Apesar de ser uma pessoa naturalmente engraçada, há muito tempo eu não gargalhava como essa semana que passei na serra na casa dela. Nós duas somos escandalosas, gritamos com maridos e crianças (que nem ligam, tá? rs ), caímos de rir logo depois das broncas e por aí vai. Fizemos sessões de terapia enquanto fazíamos artesanato ou pl...
Sempre fui uma pessoa engraçada. Herdei isso do meu pai, que não sei de quem herdou. Coisas da árvore genealógia. Apesar de meio tímida (sim), sempre coloquei essa couraça de palhaça pra me proteger de ventuais ataques. Quase sempre funcionou. Sempre fui conhecida como uma pessoa forte, e sempre fui mesmo. Mas a força tem suas desvantagens, pois é difícil alguém se oferecer como um ombro amigo pra uma pessoa forte. Vc fica meio sozinho. Tive meus filhos e vivi em muita dificuldade quando eles eram pequenos, mas aguentei firme : meu marido sempre se orgulhou dessa força minha, e muitas vezes ele mesmo me deixou só sem perceber...afinal, alguém que se basta precisa do outro? O meu mecanismo de defesa era esse. Até o ano de 2006. Janeiro é o mês do meu aniversário. dia 27, no mesmo dia que a vida me deu de presente meu primeiro filho: Mateus, hoje com 18 anos e um rapaz lindo e inteligente (mesmo). Foi nesse janeiro de 2006 que perdi meu pai. Não éramos muito próximos, ele sempre foi alco...
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